Tu carrito esta vacio.
Libro disponible en 5 dias hábiles.
b'Da no\xe7\xe3o de princ\xedpio procura-se responder por que o constituinte escolheu, diante de tantos princ\xedpios que regulam o Direito Administrativo, somente cinco para elevar ao n\xedvel de princ\xedpio constitucional. Teria sido para facilitar o controle e a fiscaliza\xe7\xe3o ou para equilibrar a rela\xe7\xe3o Administra\xe7\xe3o/administrados? Busca-se conceituar e classificar o princ\xedpio da publicidade, n\xe3o como um princ\xedpio aut\xf4nomo, por estar classificado entre aqueles instrumentais colocados como complemento, como o da legalidade, no controle da atua\xe7\xe3o administrativa. Examina-se seu conte\xfado e utiliza\xe7\xe3o, como par\xe2metro de controle dos aspectos vinculados e n\xe3o vinculados do ato administrativo, decorrente da aplica\xe7\xe3o de normas que cont\xeam conceitos jur\xeddicos indeterminados, e da discricionariedade administrativa, colocando-o como respons\xe1vel pela transpar\xeancia administrativa, bem como princ\xedpio ensejador de princ\xedpios fundamentais constantes da CF/88, quais sejam: o direito \xe0 informa\xe7\xe3o (art. 5\xba, inciso XIV), contraposto ao direito \xe0 intimidade (art. 5\xba, inciso X), bem como ao direito de participa\xe7\xe3o. Destacam-se as exce\xe7\xf5es ao princ\xedpio da publicidade face \xe0 tutela da intimidade e do sigilo, mostrando-se as solu\xe7\xf5es adotadas no caso de conflito entre o princ\xedpio da publicidade e outros princ\xedpios constitucionais. Analisam-se, por fim, os instrumentos administrativos e judiciais de tutela do princ\xedpio da publicidade, assim como as proje\xe7\xf5es deste princ\xedpio no Direito Positivo.'