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b'A inclus\xe3o de pessoas com defici\xeancia em ambientes de ensino-aprendizagem formais \xe9 recente. Com as mudan\xe7as trazidas pela LBI (2015), o n\xfamero de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) aumentou significativamente nos \xfaltimos anos em ambientes de ensino-aprendizagem regulares. Entretanto a forma\xe7\xe3o de professores de Educa\xe7\xe3o B\xe1sica \xe9 anterior \xe0 LBI. Portanto levantamos o pressuposto de que ela pouco contempla o atendimento a situa\xe7\xf5es de inclus\xe3o. Estabelecemos, ent\xe3o, como uma quest\xe3o de pesquisa, como o Design poderia potencializar a visibilidade de experi\xeancias de inclus\xe3o e assumimos, como objetivo, integrar formadores e alunos em prol da constitui\xe7\xe3o desses ambientes. Com a abordagem do Design Participativo, escolhemos como campo de estudo tr\xeas escolas particulares da cidade do Rio de Janeiro. Paralelamente, visitamos ambientes de educa\xe7\xe3o n\xe3o formais para visualizarmos pontos de encontro e desencontro entre a educa\xe7\xe3o formal regular e a especializada. E contamos com a participa\xe7\xe3o de pessoas com TEA durante a pesquisa. Ao longo do percurso, desenvolvemos um recurso que possibilita a visualiza\xe7\xe3o espacial de onde essas crian\xe7as est\xe3o sendo inseridas em sala de aula. Assim, os professores podem compartilhar e debater com outros profissionais sobre suas experi\xeancias. O recurso cria a oportunidade do reconhecimento de experi\xeancias inclusivas por parte do formador e diminui a fragmenta\xe7\xe3o do processo de inclus\xe3o da crian\xe7a com TEA no ambiente de ensino-aprendizagem.'