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b'O livro Crise, fundo p\xfablico e a contrarreforma no Brasil recente \xe9 fruto de pesquisa realizada no curso de mestrado (PPGSS/UERJ) e versa sobre o estudo da Emenda Constitucional (EC) 95. O estudo analisa o teto de despesas prim\xe1rias que \xe9 colocado em fun\xe7\xe3o dos gastos sociais p\xfablicos atrav\xe9s da implementa\xe7\xe3o do Novo Regime Fiscal por vinte anos no Brasil. Por conta disto, foi abordada a discuss\xe3o feita acerca do valor-trabalho pela tradi\xe7\xe3o marxista (al\xe9m do pr\xf3prio Marx, livro III d O Capital) com a rela\xe7\xe3o ao fundo p\xfablico que historicamente \xe9 apropriado pelo capital portador de juros como forma de apropria\xe7\xe3o de parte da riqueza socialmente produzida. Ou seja, a partir do lugar estrutural, que se tornou o or\xe7amento p\xfablico, verificou-se a rela\xe7\xe3o entre o capitalismo e o fundo p\xfablico com a crise da d\xedvida. Para apontarmos e sinalizarmos as consequ\xeancias do impacto da EC 95 causado a todo um conjunto de pol\xedticas sociais p\xfablicas, tanto no Brasil quanto nos demais pa\xedses latino-americanos, buscou-se problematizar a maneira que \xe9 imposta a medida fiscal PEC do fim do mundo que, consequentemente, passa a reduzir recursos do or\xe7amento com os gastos sociais p\xfablicos. Foi preciso, portanto, no caso brasileiro, de um programa chamado de "Uma Ponte para o Futuro", que emergiu do Golpe parlamentar em 2016. Ele notadamente se relaciona ao projeto neoliberal de contrarreformas. Por fim, coube-nos reafirmar que o Brasil \xe9 marcado por "reformas" e ajustes fiscais.'