Africadas [tS] e [dZ] no Português Sergipano | Antônio Félix de Souza Neto
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b'Ant\xf4nio F\xe9lix de Souza Neto'
b'Africadas [tS] e [dZ] no Portugu\xeas Sergipano'
b'Dial\xe9tica'

Libro disponible en 5 dias hábiles.

Páginas: 336
Precio: 3795.0
Estado: b'Nuevo'
Peso: 0.499 kgs.
ISBN: b'9786558770336'

b'Neste livro, descrevemos a gram\xe1tica das realiza\xe7\xf5es africadas alveopalatais...

  • Nombre: Africadas [tS] e [dZ] no Português Sergipano | Antônio Félix de Souza Neto
  • Editorial: Dialética
  • Ttipo: Book
  • Publicado: 2023 / 02 / 07
  • Código: 9786558770336

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Africadas [tS] e [dZ] no Português Sergipano | Antônio Félix de Souza Neto
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b'Ant\xf4nio F\xe9lix de Souza Neto'
b'Africadas [tS] e [dZ] no Portugu\xeas Sergipano'
b'Dial\xe9tica'

Libro disponible en 5 dias hábiles.

Páginas: 336
Precio: 3795.0
Estado: b'Nuevo'
Peso: 0.499 kgs.
ISBN: b'9786558770336'

b'Neste livro, descrevemos a gram\xe1tica das realiza\xe7\xf5es africadas alveopalatais [??] e [??] no portugu\xeas falado\npor sergipanos com idade igual ou acima de 60 anos: nessa variedade do portugu\xeas, as realiza\xe7\xf5es africadas\n[??] e [??] est\xe3o restritas a alguns itens lexicais de natureza onomatopaica e antropon\xedmica e a contextos em\nque o aproximante palatal adjacente [?] de ditongo dos tipos vogal+[?] e [?]+vogal \xe9 esperado. Nosso\ntratamento quantitativo (estat\xedstico/probabil\xedstico) com o software R demonstrou que, embora em varia\xe7\xe3o\ncom suas contrapartes oclusivas (dento)alveolares plenas [?] e [?] e africada alveolar [??] nos referidos\ncontextos de ditongo, as africadas alvopalatais ([??] e [??]) s\xe3o quase categ\xf3ricas, predominando em 94%\ndos dados da nossa pesquisa. Evid\xeancias ac\xfasticas apontam uma correla\xe7\xe3o sistem\xe1tica entre monotonga\xe7\xe3o\n ou o apagamento do aproximante palatal [?] adjacente (precedente ou seguinte) dos decursos vogal+[?] e\n[?]+vogal e as realiza\xe7\xf5es africadas alveopalatais ([??] e [??]). Constatamos que, tanto nos itens lexicais\nde natureza onomatopaica e antropon\xedmica quanto nos contextos em que o aproximante palatal [?] \xe9\napagado da superf\xedcie, as africadas [??] e [??] t\xeam potencialidades contrastivas (fon\xeamicas/fonol\xf3gicas) no\nl\xe9xico dessa variedade. A partir dessas constata\xe7\xf5es, levantamos a hip\xf3tese de que essas restri\xe7\xf5es fazem\nparte de uma gram\xe1tica das africadas ([??] e [??]) que tem a propriedade de preservar o l\xe9xico. A regra\ngeneralizante dessa gram\xe1tica pode, pois, ser deduzida nos seguintes termos: as realiza\xe7\xf5es africadas\nalveopalatais [??] e [??] se restringem a alguns itens lexicais de natureza onomatopaica e antropon\xedmica e a\ncontextos nos quais o gatilho ([?]) que dispara a regra (africa\xe7\xe3o) da qual [??] e [??] resultam pode ser\napagado logo em seguida. \xc0 luz da Fonologia Autossegmental, tal como documentada em Goldsmith\n(1995), nos itens lexicais em que o gatilho ([?]) do processo do qual resulta n\xe3o figura na adjac\xeancia,\nestamos interpretando a realiza\xe7\xe3o [??] como africada plena e, por conseguinte, segmento de contorno\n([??]); j\xe1 em contextos em que o aproximante palatal [?] de ditongo (incluindo aqueles que podem ocorrer\npor inser\xe7\xe3o (ep\xeantese) desse aproximante palatal [?]) dos tipos vogal+[?] e [?]+vogal \xe9 esperado, entendemos que essas realiza\xe7\xf5es africadas podem ser interpretados como segmentos complexos ([??] e\n[??]) ou de contorno ([??] e [??]), resultantes de um \xfanico processo espraiamento bidirecional de tra\xe7os\ndo aproximante palatal [?] esperado que gera uma articula\xe7\xe3o [palatal] menor/secund\xe1ria ([?]) ou um\nsegmento fon\xe9tico fricativo [palatal] ([?] ou [?]) intruso. Nos termos da Fon\xe9tica Articulat\xf3ria (BARBOSA;\nMADUREIRA, 2015), essa interpreta\xe7\xe3o \xe9 compat\xedvel com coarticula\xe7\xe3o preservat\xf3ria ou antecipat\xf3ria de\ntra\xe7os do aproximante [?]. \xc0 luz da Fon\xe9tica Ac\xfastica tal como documentada em Ladefoged e Maddieson\n(1996), Ladefoged (2001), Ladefoged e Johnson (2011), Barbosa e Madureira (2015) e Kent e Read (2015)\n trata-se de um segmento em duas fases (oclus\xe3o e fric\xe7\xe3o) sucessivas. Com os recursos do software\nPRAAT, testamos nossa hip\xf3tese de a intera\xe7\xe3o do apagamento do aproximante palatal [?] com a africa\xe7\xe3o\nalveopalatal de /?/ e /?/ coincidir com um alongamento compensat\xf3rio dos segmentos africados [??] e [??]\nadjacentes. Conclu\xedmos que as restri\xe7\xf5es dessa gram\xe1tica se justificam pela correla\xe7\xe3o do tra\xe7o [palatal] do\naproximante [?] com [??] e [??] e pelas potencialidades contrastivas (fon\xeamicas/fonol\xf3gicas) destas\nafricadas na variedade do portugu\xeas falado pelos sergipanos idosos. O produto final desta tese d\xe1 as\ndimens\xf5es qualitativa e quantitativa \xe0 pesquisa que lhe d\xe1 ensejo.Palavras-chave: Africada (Fon\xe9tica). Fonologia. Fala. Idosos. Sergipe'