Tu carrito esta vacio.
Libro disponible en 5 dias hábiles.
b'O presente trabalho versa sobre a Assessoria Jur\xeddica Popular (AJP), direitos e saberes constru\xeddos nas resist\xeancias populares. O objetivo central da pesquisa foi identificar se a AJP pode ser considerada um modo decolonial de pensar e de construir o Direito.Parte-se da hip\xf3tese de que a AJP se constr\xf3i como um instrumento contra-hegem\xf4nico que afirma o Pluralismo Jur\xeddico e \xe9 um contraponto ao Direito e \xe0 advocacia convencionais, propondo-se \xe0 constru\xe7\xe3o de novos direitos e novos conhecimentos jur\xeddicos e a dar visibilidade \xe0s pessoas invisibilizadas, apoiando, assessorando e fortalecendo as lutas por direitos dos movimentos e organiza\xe7\xf5es populares. Trata-se de uma pesquisa bibliogr\xe1fica, mas que tamb\xe9m utilizou-se de recursos como estudos de documentos, notas, publica\xe7\xf5es populares e alternativas, s\xedtios, blogs, etc., instrumentos utilizados por movimentos sociais e pela AJP para dar visibilidade \xe0s suas teses, den\xfancias e reivindica\xe7\xf5es. Apresenta-se a abordagem metodol\xf3gica utilizada no trabalho e a rela\xe7\xe3o da pesquisadora com o tema da pesquisa, passando pelas trilhas do ser nordestina na Regi\xe3o do Sisal no sert\xe3o da Bahia. Trabalha-se o estado da arte da assessoria jur\xeddica popular e o marco te\xf3rico do "Pensamento Decolonial". Apresenta-se uma experi\xeancia concreta de trabalho de AJP a partir da atua\xe7\xe3o na Ocupa\xe7\xe3o urbana de luta por moradia, Comunidade Dandara, em Belo Horizonte, Minas Gerais e conclui que a AJP \xe9 um modo decolonial de pensar e de construir o Direito.'