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b'A responsabilidade social individual e a ren\xfancia fiscal da pessoa f\xedsica encontram-se no cerne da busca pela sustentabilidade. A legisla\xe7\xe3o brasileira permite que o contribuinte destine at\xe9 6% do pagamento de seu tributo como doa\xe7\xe3o para parceiros da uni\xe3o, estados e munic\xedpios; no entanto, de acordo com dados recentes da Receita Federal, nem 0,5% dos brasileiros aptos a adotarem esse modo de contribui\xe7\xe3o fazem uso da pr\xe1tica. Diante desse contexto, esta pesquisa tem como proposta compreender por que os contribuintes n\xe3o utilizam esse modelo mais individualizado de contribui\xe7\xe3o, e quais s\xe3o os fatores restritivos que os impedem. A investiga\xe7\xe3o foi realizada na cidade de Curitiba, capital do Paran\xe1 e cidade modelo em diversos campos da administra\xe7\xe3o p\xfablica. Com car\xe1ter qualitativo, a pesquisa utilizou-se de entrevistas semiestruturadas, com vinte e dois indiv\xedduos que adotam a declara\xe7\xe3o completa do Imposto de Renda - ou seja, que s\xe3o aptos a destinar parte do valor recolhido diretamente a algum projeto social -, com perfis profissionais distintos. Os dados coletados foram analisados \xe0 luz da an\xe1lise de conte\xfado de Bardin (2008). Ao final do estudo, importantes resultados foram identificados, os quais indicam, com fortes evid\xeancias, que a maioria das pessoas n\xe3o conhece a lei da ren\xfancia fiscal ou o processo burocr\xe1tico de como fazer a op\xe7\xe3o pela ren\xfancia fiscal, sendo determinante essa segunda op\xe7\xe3o, haja vista a valoriza\xe7\xe3o que todos deram ao tema.'