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b'A celeridade da evolu\xe7\xe3o tecnol\xf3gica tem provocado in\xfameras altera\xe7\xf5es na sociedade, assim como a necessidade de atualiza\xe7\xe3o dos paradigmas jur\xeddicos cl\xe1ssicos. O Estado e seus elementos, como a soberania e o territ\xf3rio, sofrem fortes impactos em suas caracter\xedsticas, e assim, precisam ser atualizados para responderem adequadamente aos desafios decorrentes das novas tecnologias. O mundo transformou-se numa complexa teia de redes interligadas, onde a internet, al\xe9m de trazer aspectos positivos, tamb\xe9m \xe9 promotora de desafios, entre eles a vulnerabilidade dos direitos humanos. A inseguran\xe7a no ciberespa\xe7o, demonstrada pela facilidade e abrang\xeancia do monitoramento de dados e controle de informa\xe7\xf5es de cidad\xe3os de qualquer Estado, torna premente a investiga\xe7\xe3o da prote\xe7\xe3o do direito \xe0 seguran\xe7a na era virtual. Todos podem ser objetos de controle de governos dos Estados e de grandes empresas de tecnologias, que inclusive podem atuar em conjunto. Esta obra aborda as limita\xe7\xf5es para a prote\xe7\xe3o dos direitos humanos fundamentais por parte dos Estados Nacionais e a necessidade do desenvolvimento de um modelo que esteja aberto aos instrumentos de coopera\xe7\xe3o para o enfrentamento de problemas comuns que ultrapassam as fronteiras estatais. Procurou-se perceber o di\xe1logo entre as Cortes Constitucionais como um instrumento de coopera\xe7\xe3o para auxiliar a prote\xe7\xe3o aos Direitos Humanos, especialmente o Direito \xe0 Seguran\xe7a, a partir da an\xe1lise de instrumentos de coopera\xe7\xe3o.'