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b'Este estudo, que foi realizado por Adriana Kurtz Pasini Pavan, Mestre em Ci\xeancias Cont\xe1beis, pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) (2015), faz uma investiga\xe7\xe3o sobre o reconhecimento e mensura\xe7\xe3o do goodwill, sob a teoria institucional, a partir da ado\xe7\xe3o das International Financial Reporting Standards, nas fus\xf5es e aquisi\xe7\xf5es das empresas brasileiras. O tratamento do goodwill, nas empresas brasileiras, tem sua relev\xe2ncia no cen\xe1rio cont\xe1bil, pois permite conhecer os efeitos gerados, decorrentes da ado\xe7\xe3o das IFRS, al\xe9m de proporcionar esclarecimentos sobre as consequ\xeancias econ\xf4micas da inser\xe7\xe3o das novas normas cont\xe1beis e sua harmoniza\xe7\xe3o ao padr\xe3o internacional. O goodwill marca seu reconhecimento na contabilidade no Brasil, a partir do CPC 15 R1 e da entidade que adquire o neg\xf3cio movida pela diferen\xe7a entre o valor negociado e a avalia\xe7\xe3o a pre\xe7o justo dos bens, direitos e obriga\xe7\xf5es da organiza\xe7\xe3o. Essa forma de aquisi\xe7\xe3o se estabelece no Conselho Federal de Contabilidade. Nessa pesquisa, foi priorizado o \xedndice do goodwill de 90 empresas brasileiras de diversos segmentos, listados na Comiss\xe3o de Valores Imobili\xe1rios, verificando as diferen\xe7as significativas com as altera\xe7\xf5es efetivadas nos quatros anos antes e ap\xf3s a ado\xe7\xe3o das normas. Para avaliar as diferen\xe7as de m\xe9dias identificadas nos \xedndices do goodwill, a op\xe7\xe3o foi pelo teste Anova Fator \xfanico e o Kruskal-Wallis.'