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b'De acordo com o Minist\xe9rio P\xfablico do Trabalho, nos \xfaltimos cinco anos, o Brasil teve uma morte em acidente de trabalho a cada tr\xeas horas. Torna-se imperativa a identifica\xe7\xe3o precoce de condi\xe7\xf5es de risco para acidentes de trabalho, oportunidade de uso de um question\xe1rio estandardizado voltado para esta quest\xe3o. Embora um n\xfamero consider\xe1vel de pesquisas tenha avaliado o clima de seguran\xe7a no trabalho e sua fun\xe7\xe3o como principal indicador de seguran\xe7a organizacional, essas predominam com amostras de organiza\xe7\xf5es internacionais. Esta pesquisa enfatiza traduzir e identificar a evid\xeancia de validade interna da Escala de Clima de Seguran\xe7a no Trabalho (ECST) desenvolvida em uma ind\xfastria petroqu\xedmica no Ir\xe3 e publicada em 2017. Este estudo transversal foi realizado em uma ind\xfastria da regi\xe3o metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul (RS), com uma medida que cont\xe9m 34 itens, dividida em 10 fatores, sendo aplicada nos 300 trabalhadores operacionais da organiza\xe7\xe3o. A an\xe1lise fatorial confirmat\xf3ria avaliou a extens\xe3o em que a estrutura fatorial originalmente proposta pelos autores Jafari et al. (2017) ad\xe9qua-se \xe0 amostra brasileira. O clima de seguran\xe7a do trabalho, quando operacionalizado e validado, do mesmo modo que demonstrado neste estudo, pode servir como uma ferramenta \xfatil na redu\xe7\xe3o de acidentes dos trabalhadores brasileiros.'