Tela Azul | Silvio Cesar Alves
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Silvio Cesar Alves
Tela Azul
Poesia
Clube de Autores

Libro disponible en 5 dias hábiles.

Páginas: 92
Precio: 595.0
Estado: Nuevo
Peso: 0.132 kgs.
ISBN: 9786500453898

Este volume reúne uma seleção de poemas compreendidos no primeiro volume do autor,...

  • Nombre: Tela Azul | Silvio Cesar Alves
  • Editorial: Clube de Autores
  • Ttipo: Book
  • Publicado: 2024 / 04 / 12
  • Código: 9786500453898

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Tela Azul | Silvio Cesar Alves
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Silvio Cesar Alves
Tela Azul
Poesia
Clube de Autores

Libro disponible en 5 dias hábiles.

Páginas: 92
Precio: 595.0
Estado: Nuevo
Peso: 0.132 kgs.
ISBN: 9786500453898

Este volume reúne uma seleção de poemas compreendidos no primeiro volume do autor, HUD, de 2021, que é composto de quatro livros, o segundo deles se intitulando exatamente Blue Screen, em alusão ao referido erro do Windows, a Tela Azul da Morte. HUD é acrônimo de head-up display, um aparelho cujo uso nasceu no âmbito da aeronáutica militar com a função de permitir aos pilotos lerem algumas informações úteis à condução da aeronave, sem precisarem afastar o olhar da sua frente, através de um monitor posto ao modo de uma viseira. De forma que o head-up display é um dispositivo que opera uma projeção. E aqui está a resposta à pergunta: os poemas deste livro saem do head-up display usado por Silvio Cesar Alves para projetar nos seus versos possibilidades impossíveis, como nos diz o poema Solaris, ao citar a canção Errare humanum est, de Jorge Ben Jor, do álbum A Tábua de Esmeralda (1974). E quando a viagem-projeção do poeta-piloto termina, porque as vozes do dia a dia o chamam para a bruta realidade, ocorre-lhe a tela azul, a interrupção radical da criação poética, imposta pelo prosaísmo da vida, como quando o sistema do Windows tem a sua navegação abortada pela tela azul da morte. Mas, não bem assim, porque essa criação ainda continuará, só que em segundo plano, e mesmo que o poeta não chegue a se dar conta dessa fantasmática atividade. O head-up display, portanto, entra na sua poética como símbolo e metáfora da sua viagem rumo a um mundo outro em que se projetam desejos, pensamentos, memórias, sonhos, um mundo que não existe senão na fantasia do poeta, e que se sobrepõe ao mundo real, fundindo imagens, formas, realidades, numa radical emulação do dinamismo característico do monitor head-up display.