Semiótica Da Língua Brasileira De Sinais | Suelismar Mariano Florêncio
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b'Suelismar Mariano Flor\xeancio'
b'Semi\xf3tica Da L\xedngua Brasileira De Sinais'
b'Procedimentos de textualiza\xe7\xe3o'
b'Clube de Autores'

Libro disponible en 5 dias hábiles.

Páginas: 132
Precio: 719.0
Estado: b'Nuevo'
Peso: 0.181 kgs.
ISBN: b'9786500983098'

b'A linguagem humana tem ao seu favor...

  • Nombre: Semiótica Da Língua Brasileira De Sinais | Suelismar Mariano Florêncio
  • Editorial: Clube de Autores
  • Ttipo: Book
  • Publicado: 2024 / 05 / 28
  • Código: 9786500983098

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Semiótica Da Língua Brasileira De Sinais | Suelismar Mariano Florêncio
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b'Suelismar Mariano Flor\xeancio'
b'Semi\xf3tica Da L\xedngua Brasileira De Sinais'
b'Procedimentos de textualiza\xe7\xe3o'
b'Clube de Autores'

Libro disponible en 5 dias hábiles.

Páginas: 132
Precio: 719.0
Estado: b'Nuevo'
Peso: 0.181 kgs.
ISBN: b'9786500983098'

b'A linguagem humana tem ao seu favor a capacidade de mobilizar diversos recursos pelos quais pode se manifestar: a voz, a gestualidade, a escrita, a m\xfasica, a pintura, a escultura\xe7\xe3o, entre outros, que expressam, cada umao seu modo, as ideias e os sentimentos do homem. De qualquer forma, a humanidade sempre desenvolver\xe1 maneiras para operar a semiose a uni\xe3o de um plano de express\xe3o e um plano de conte\xfado que resulta em um texto.Nesse sentido, o texto manifestado em modalidade visual-espacial tem suas singularidades. Os estudos lingu\xedsticos das l\xednguas de sinais, que desde seu in\xedcio, em meados dos anos 1960, priorizaram o reconhecimento delas como l\xednguas naturais, t\xeam buscado enfatizar como s\xe3o suas caracter\xedsticas diversas. Fato \xe9 que, independentemente de sua manifesta\xe7\xe3o, todo texto, enquanto enuncia\xe7\xe3o, solicita certa organiza\xe7\xe3o interna para que cumpra seu papel: fazer-se compreender. Para esse prop\xf3sito, est\xe1 pressuposto que haja, portanto, um sujeito organizador do texto, um enunciador e um perfil de leitor visado, um enunciat\xe1rio. Logo, aquilo que \xe9 dito prev\xea uma maneira de dizer e isso n\xe3o seria diferente para as l\xednguas de sinais, como a Libras, dado que seu status lingu\xedstico j\xe1 foi amplamente comprovado.Assim, a produ\xe7\xe3o textual em Libras \xe9 tomada por n\xf3s como objeto de an\xe1lise semi\xf3tica, a fim de se alcan\xe7ar uma descri\xe7\xe3o de como o material lingu\xedstico mobilizado nesta l\xedngua (seu modo de dizer) possibilita tal organiza\xe7\xe3o enunciativa no ato de manifesta\xe7\xe3o textual do discurso (o que \xe9 dito). Isso porque a nossa hip\xf3tese de partida \xe9 a de que o texto, independentemente de ser manifestado de forma visual-espacial ou oral-auditiva, est\xe1 a servi\xe7o de um projeto de persuas\xe3o do enunciador em rela\xe7\xe3o ao fazer interpretativo do enunciat\xe1rio. Tal projeto \xe9 levado a cabo a partir de procedimentos operados pelo enunciador na manifesta\xe7\xe3o do discurso para gerir o acesso do enunciat\xe1rio visado aos valores que est\xe3o presentes no conte\xfado do texto, opera\xe7\xe3o que a teoria semi\xf3tica de linha francesa denomina procedimentos de textualiza\xe7\xe3o.'