{"product_id":"kha-alina-miranda","title":"Kha  | Alina Miranda","description":"Alina Miranda\u003cbr\u003e\n\u003cstrong\u003eKha \u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\n\nDialética\u003cbr\u003e\n\u003cp style=\"color:red\"\u003e\u003cstrong\u003eLibro disponible en 5 dias hábiles.\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cstrong\u003ePáginas:\u003c\/strong\u003e 128\u003cbr\u003e\n\u003cstrong\u003ePrecio:\u003c\/strong\u003e 669.5\u003cbr\u003e\n\u003cstrong\u003eEstado:\u003c\/strong\u003e Nuevo\u003cbr\u003e\n\u003cstrong\u003ePeso:\u003c\/strong\u003e 0.203 kgs.\u003cbr\u003e\n\u003cstrong\u003eISBN:\u003c\/strong\u003e 9786558774297\n\u003cp\u003eComo se escreve romances?Escrever, mesmo superficialmente, não há quem não reconheça, é muito difícil, pois o papel à frente, naquela brancura movediça, espelha o escriba que ousa domá-lo, ameaçando qualquer um que tenha o afoitamento de fazê-lo suportar sua fragmentação e deformidade, quiçá o arrojo de fazer nascer por meio dele sua própria criatura desfigurada. É preciso pedir para não se separar de si mesmo enquanto escreve, invocar a unidade entre a ação e a base na qual ela se move. Ser um com a escrita ao tempo em que se desapega dela e da própria história que agita a pena. Eliminando os obstáculos, Alice fez suas orações, respirou, quase sem cansaço, olhou para o abismo que, pela primeira vez, tinha um viço e um cheiro fresco em suas narinas e decidiu escrever, parir Joana, realizando o ato visceral de parir, com isso, uma narrativa que a desvela a si mesma.\u003c\/p\u003e","brand":"Dialética","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":43177310585000,"sku":"526481","price":669.5,"currency_code":"UYU","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0526\/8960\/0680\/files\/POCI-9786558774297_POCI-_9786558774297_99869f7a-28cd-428b-988f-5d7d86603f1d.jpg?v=1776354425","url":"https:\/\/www.libreriapocho.com.uy\/products\/kha-alina-miranda","provider":"Librería Pocho","version":"1.0","type":"link"}