Justiça como alteridade | Isabela Nascimento
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b'Isabela Nascimento'
b'Justi\xe7a como alteridade'
b'a supera\xe7\xe3o da vingan\xe7a pelo perd\xe3o dif\xedcil'
b'Dial\xe9tica'

Libro disponible en 5 dias hábiles.

Páginas: 116
Precio: 669.5
Estado: b'Usado'
Peso: 0.185 kgs.
ISBN: b'9786558774716'

b'A justi\xe7a \xe9, ao mesmo tempo, a primeira das...

  • Nombre: Justiça como alteridade | Isabela Nascimento
  • Editorial: Dialética
  • Ttipo: Book
  • Publicado: 2026 / 08 / 07
  • Código: 9786558774716

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Justiça como alteridade | Isabela Nascimento
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b'Isabela Nascimento'
b'Justi\xe7a como alteridade'
b'a supera\xe7\xe3o da vingan\xe7a pelo perd\xe3o dif\xedcil'
b'Dial\xe9tica'

Libro disponible en 5 dias hábiles.

Páginas: 116
Precio: 669.5
Estado: b'Usado'
Peso: 0.185 kgs.
ISBN: b'9786558774716'

b'A justi\xe7a \xe9, ao mesmo tempo, a primeira das virtudes interpessoais e a primeira das virtudes institucionais. Essa \xe9 a ideia basilar em torno da qual se investiga o itiner\xe1rio te\xf3rico da justi\xe7a como alteridade, ou seja, da justi\xe7a capaz de superar a vingan\xe7a ao se comprometer com o reconhecimento m\xfatuo. Dentre as possibilidades do justo reconhecimento m\xfatuo, a presente pesquisa refaz o percurso das identidades narrativas em busca do entendimento do que h\xe1 de mais raro na justi\xe7a como alteridade: a sua abertura ao horizonte do perd\xe3o dif\xedcil. Se a finalidade da pesquisa depende da adequada ressignifica\xe7\xe3o da vida em comum pelo perd\xe3o dif\xedcil, o seu desenrolar est\xe1 intrinsecamente vinculado \xe0 fenomenologia da identidade pessoal como identidade dial\xf3gica e institucionalmente constru\xedda. Por isso, baseia-se em referenciais te\xf3ricos que procuram primeiramente esclarecer a emerg\xeancia dos conflitos interpessoais a partir da fenomenologia do sujeito como agente e paciente, como sujeito aut\xf4nomo, mas tamb\xe9m vulner\xe1vel. Em seguida, procura-se compreender a import\xe2ncia do judici\xe1rio enquanto encarna\xe7\xe3o institucional do ideal de justi\xe7a. Enfim, defende-se a reconcilia\xe7\xe3o com a alteridade pelo perd\xe3o dif\xedcil, horizonte metajur\xeddico certamente, mas n\xe3o menos justo em se tratando da ressignifica\xe7\xe3o das rela\xe7\xf5es com o(s) outro(s), pr\xf3ximo(s) e distante(s). O perd\xe3o jamais substituir\xe1 a justi\xe7a nos limites e nas fei\xe7\xf5es do judici\xe1rio, mas certamente o transcender\xe1. O percurso da presente pesquisa desenvolve-se, portanto, dos conflitos \xe0 puni\xe7\xe3o ou \xe0 atribui\xe7\xe3o de culpa para a justi\xe7a como reciprocidade e, desta, para o reconhecimento m\xfatuo na forma do perd\xe3o dif\xedcil. Demonstra-se que perdoar n\xe3o \xe9 esquecer, mas sim reinterpretar o trauma com o intuito \xfaltimo de transpor os c\xedrculos destrutivos de vingan\xe7a pela alteridade que enceta compreens\xe3o das fraquezas humanas. Com a ressignifica\xe7\xe3o, \xe9 a mem\xf3ria feliz, como consequ\xeancia do perd\xe3o dif\xedcil, aquela a quem se dirige tamb\xe9m a justi\xe7a como alteridade.\nIsabela Nascimento.'