João Amarante | Laércio J Carvalho
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b'La\xe9rcio J Carvalho'
b'Jo\xe3o Amarante'
b'O Menino Mestre Portugu\xeas Que Atravessou O Atl\xe2ntico Para Ajudar A Escrever O Sul De Minas'
b'Clube de Autores'

Libro disponible en 5 dias hábiles.

Páginas: 274
Precio: 1150.0
Estado: b'Nuevo'
Peso: 0.358 kgs.
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  • Nombre: João Amarante | Laércio J Carvalho
  • Editorial: Clube de Autores
  • Ttipo: Book
  • Publicado: 2025 / 07 / 10
  • Código: 9786586632316

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João Amarante | Laércio J Carvalho
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b'La\xe9rcio J Carvalho'
b'Jo\xe3o Amarante'
b'O Menino Mestre Portugu\xeas Que Atravessou O Atl\xe2ntico Para Ajudar A Escrever O Sul De Minas'
b'Clube de Autores'

Libro disponible en 5 dias hábiles.

Páginas: 274
Precio: 1150.0
Estado: b'Nuevo'
Peso: 0.358 kgs.
ISBN: b'9786586632316'

b'Este livro nasceu de um desejo deste que vos escreve de contar a linda hist\xf3ria de Jo\xe3o Pereira Elias, o menino portugu\xeas que, aos tenros doze anos de idade, nos meados do s\xe9culo XIX, atravessou o Atl\xe2ntico para fazer a Am\xe9rica no Rio de Janeiro e, por d\xe1diva do destino, fugindo da febre amarela, veio parar na ent\xe3o freguesia de Caldas, Sul de Minas, onde, aos quatorze anos de idade, viria se tornar o primeiro professor do distrito de Santa Rita de C\xe1ssia, pequeno bot\xe3o de rosa a ouvir de seu espl\xeandido ber\xe7o, numa colina \xe0s margens do Riacho do Rio Claro, o insistente choro dos paulistas a reivindicar a doce, terna e desejada paternidade. Ao mesmo tempo, no Jardim de Santa Rita, tamb\xe9m j\xe1 havia nascido a bela e C\xe2ndida flor, Maria, filha do Capit\xe3o C\xe2ndido Jos\xe9 de Carvalho, com a qual se casaria Jo\xe3o Mestre, o menino portugu\xeas que viria se tornar o respeit\xe1vel chefe de fam\xedlia e nobre cidad\xe3o, Jo\xe3o Pereira Elias Amarante, que, al\xe9m de suas fun\xe7\xf5es como brilhante educador e fundador de escolas, tornar-se-ia, ainda, um dos maiores g\xeanios do jornalismo sul-mineiro ao lado de tantos outros respeit\xe1veis nomes que se somaram ao riqu\xedssimo ba\xfa da hist\xf3ria que nos foi legado. Em nome de Caldas, Santa Rita de Caldas, Ouro Fino, Po\xe7os de Caldas, Campestre, Andradas, Ibiti\xfara, Ipui\xfana, Esp\xedrito Santo do Pinhal, S\xe3o Jo\xe3o da Boa Vista e tantos outros munic\xedpios dos dois Estados;Obrigado, Jo\xe3o Pereira Elias Amarante!---------------------------------------------------------------Foi nos meados do ano de 2021, quando dei in\xedcio \xe0s pesquisas para o livro de genealogia O Trem Fantasma da Esta\xe7\xe3o Rio Tinto, que tive os primeiros contatos com o magn\xedfico legado do professor e jornalista portugu\xeas, Jo\xe3o Pereira Elias Amarante que, ainda menino, chegou a Caldas vindo do Rio de Janeiro pela Garganta do Emba\xfa fugindo da devastadora epidemia de Febre Amarela.Meu av\xf4 dizia que o valente rapazinho, com doze anos de idade, atravessou o Atl\xe2ntico acomodado entre barricas de vinho no por\xe3o de uma grande embarca\xe7\xe3o.N\xe3o s\xe3o muitas as informa\xe7\xf5es sobre sua chegada ao Rio de Janeiro, a n\xe3o ser que trabalhou no com\xe9rcio local por cerca de ano e meio para o empres\xe1rio, amigo e conterr\xe2neo, senhor Le\xe3o, antes de vir para Caldas, onde prestou servi\xe7os por algumas semanas para o Major Jo\xe3o Proc\xf3pio, militar da Guarda Nacional.Pela estrada velha do Baependy, ora a cavalo, ora a p\xe9, Jo\xe3o por vezes se escondia das tempestades nas in\xfameras capelinhas de santa cruz, locais esses que, por v\xe1rios dias ou semanas, serviram-lhe de abrigo e pousada nas intermin\xe1veis noites de solid\xe3o dos caminhos das gerais.Quantas l\xe1grimas de saudade derramadas?!... Por\xe9m o destemido Jo\xe3o n\xe3o precisava a todo tempo se fingir de dur\xe3o; pois nem mesmo a j\xe1 bem distante Vila Amarante testemunhou seu pranto na despedida.Seguindo o rastro de um vig\xe1rio da terrinha natal, com seus quatorze anos de idade, Jo\xe3o chegou a Caldas por volta do ano de 1855 conduzido pelas perip\xe9cias do destino, para escrever a sangue, ferro e fogo, a sua pr\xf3pria hist\xf3ria e a hist\xf3ria da povoa\xe7\xe3o da chamada Caldeira Vulc\xe2nica do Sul de Minas Gerais.Ali chegando, por interm\xe9dio do tal padre, conheceu o Capit\xe3o C\xe2ndido Jos\xe9 de Carvalho, na ocasi\xe3o tenente da Guarda Nacional de Caldas, destacado para o posto de comando do pequeno povoado de Santa Rita de C\xe1ssia, \xe0s margens do Rio Claro, ponto de bifurca\xe7\xe3o da estrada do Ouro Fino com a trilha de acesso \xe0 antiga estrada do Goi\xe1s e o vilarejo de S\xe3o Sebasti\xe3o do Jaguary, atual Andradas-MG.O Capit\xe3o C\xe2ndido Jos\xe9 de Carvalho, patriarca da fam\xedlia Dias de Carvalho da regi\xe3o de Santa Rita de Caldas e um dos co-fundadores do ent\xe3o povoado de Santa Rita de C\xe1ssia ao lado do Capit\xe3o Ant\xf4nio Martins, segundo palavras do pr\xf3prio Jo\xe3o Amarante no jornal Comarca de Caldas, era na ocasi\xe3o a principal autoridade do lugarejo, cujo n\xfamero de habita\xe7\xf5es n\xe3o passava de uma d\xfazia em volta da bel\xedssima igreja de Santa Rita de C\xe1ssia constru\xedda pelo Capit\xe3o Ant\xf4nio Martins com a preciosa ajuda de militares e fazendeiros da regi\xe3o, dentre eles o pr\xf3prio Capit\xe3o C\xe2ndido J. de Carvalho, que, por obra do destino, viria se tornar um dos principais respons\xe1veis por aquele povoado.E foi nesse exato contexto que o Menino Mestre Jo\xe3o Amarante foi parar na Fazenda Grot\xe3o, bairro Maranh\xe3o, para alfabetizar os filhos mais novos do Capit\xe3o e dos seus agregados.Naquela Fazenda Jo\xe3o conheceu a linda e meiga Maria C\xe2ndida, a filha predileta do patr\xe3o, com quem mais tarde contrairia n\xfapcias entrela\xe7ando seus destinos por mais de meio s\xe9culo sob as b\xean\xe7\xe3os de Deus e de Santa Rita de C\xe1ssia.Ap\xf3s sua passagem pela Fazenda Grot\xe3o, a convite do meu trisav\xf4, Cel. Domingos Ant\xf4nio da Fonseca, Jo\xe3o passou novamente pelo bairro Maranh\xe3o, onde improvisou uma pequena escola para alfabetizar seus filhos e netos, al\xe9m dos sobrinhos e dos filhos dos seus agregados. Antes de voltar para a freguesia de Caldas, onde, ao lado da esposa Maria C\xe2ndida construiu o seu futuro, Jo\xe3o Mestre, a pedido do Capit\xe3o C\xe2ndido, ainda voltaria ao vilarejo de Santa Rita de C\xe1ssia do Rio Claro onde montou uma escola para alfabetizar os moradores e seus filhos, escola essa que entraria para a hist\xf3ria como a primeira daquela localidade.Ao longo de sua vida, al\xe9m de fundar, dirigir e editar importantes jornais, Jo\xe3o tamb\xe9m criou v\xe1rias institui\xe7\xf5es de ensino, sendo tr\xeas delas nas cidades mineiras de Andradas, Caldas e Po\xe7os de Caldas, e uma em Esp\xedrito Santo do Pinhal no vizinho estado de S\xe3o Paulo. Em Esp\xedrito Santo do Pinhal fundou o Col\xe9gio Divino Esp\xedrito Santo, participou da comiss\xe3o de obras da atual Igreja Matriz e criou o jornal Gazeta de Pinhal por volta do ano de 1888. Nessa cidade, junto aos pais de alguns de seus alunos, revisitou locais dos marcos originais das divisas entre Minas Gerais e S\xe3o Paulo e, durante muitos embates com o jornalista Silviano Barbosa, editor do jornal Cidade de S\xe3o Jo\xe3o, afirmava categoricamente com base em v\xe1rios estudos documentais, que, por m\xe1 f\xe9 de alguns fazendeiros da regi\xe3o, houvera mudan\xe7a dos marcos em preju\xedzo do Estado de Minas Gerais.Na cidade de Po\xe7os de Caldas, al\xe9m de ter feito parte da equipe de transi\xe7\xe3o para a cria\xe7\xe3o do novo munic\xedpio e ter sido vereador da primeira legislatura da C\xe2mara da C\xe2mara Municipal, Jo\xe3o Amarante fundou o Col\xe9gio S\xe3o Luiz e o Correio de Po\xe7os, tendo sido esse o primeiro jornal daquela cidade.Sobre a chegada de Jo\xe3o Pereira Elias Amarante a Santa Rita de C\xe1ssia do Rio Claro e a cria\xe7\xe3o da primeira escola da vila, falaremos nos pr\xf3ximos cap\xedtulos.E como diria o Velho Mestre; este humilde trabalho, de beleza e formosura n\xe3o tem nada. Entretanto essas mal digitadas linhas t\xeam como fundamental objetivo despertar o interesse da juventude para a riqueza desse legado, pois gra\xe7as a ele, hoje, acessando esse m\xe1gico portal que nos leva ao passado, como j\xe1 dito anteriormente, \xe9 poss\xedvel sondar marcas deixadas pelos passos dos nossos antepassados.Por\xe9m, devido \xe0 degrada\xe7\xe3o natural e a necessidade da preserva\xe7\xe3o do contexto de cada arquivo, a redu\xe7\xe3o da fonte em muitos casos foi necess\xe1ria e, por esse motivo, pe\xe7o desculpas antecipadamente aos futuros leitores e sugiro o uso de lupa para contornar essa inconveni\xeancia.Abra\xe7os;La\xe9rcio J CarvalhoOuro Fino; 18 de novembro de 2024.'