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b'Depois da saga uruguaia no livro 1930 Uruguai A Copa do Mundo Pioneira, o Mundial chegava \xe0 Europa quatro anos depois, Mussolini garantiu a It\xe1lia como sede para us\xe1-la como propaganda do fascismo em resposta a Hitler, que j\xe1 havia garantido os Jogos Ol\xedmpicos de 1936 em Berlim com o mesmo prop\xf3sito de promover o nazismo. Para que desse certo, a It\xe1lia teria que apresentar o time imbat\xedvel e valia tudo, inclusive com naturaliza\xe7\xf5es de urg\xeancias pela Am\xe9rica do Sul. Nesse livro vamos conhecer as primeiras lendas europeias das Copas, como Giuseppe Meazza, que batiza o principal est\xe1dio de Mil\xe3o; Zamora, que batiza o pr\xeamio anual do goleiro menos vazado da liga espanhola; o Wonderteam austr\xedaco de Sindelar, que mais tarde peitaria Hitler; uma Alemanha ainda unificada com v\xe1rios futuros soldados nazistas; a Tchecoslov\xe1quia, que trazia sua estrela no gol, Frantisek Planicka... O Brasil em meio aos jogadores amadores trazia o jovem Le\xf4nidas da Silva e o famoso futuro dirigente Roberto Gomes Pedrosa no gol, seria suficiente? O principal est\xe1dio do torneio constru\xeddo em Roma ganhou o nome de PNF (Partido Nacional Fascista), que parece ter seu projeto copiado em S\xe3o Paulo, dada a semelhan\xe7a com o t\xe3o querido Est\xe1dio Paulo Machado de Carvalho, nosso querido Pacaembu. Chegou a hora de conferir a extraordin\xe1ria e imperd\xedvel hist\xf3ria do segundo Mundial.'