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b'Data de muito tempo no Brasil o in\xedcio do registro de cenas em pel\xedcula. No entanto, embora tenha havido iniciativas de grande envergadura na \xe1rea cinematogr\xe1fica, tais experi\xeancias naufragaram em maior ou menor grau entre 1930 e 1966 (ano da cria\xe7\xe3o do Instituto Nacional de Cinema), per\xedodo investigado mais detalhadamente pelo presente estudo. Em busca de compreender por que o cinema n\xe3o se desenvolveu aqui na mesma propor\xe7\xe3o de outros pa\xedses, a autora recolhe e analisa, a partir dos vest\xedgios desses naufr\xe1gios, elementos reveladores e surpreendentes da trajet\xf3ria da s\xe9tima arte em nosso pa\xeds, na qual o Estado esteve intimamente imbricado.O objetivo do livro n\xe3o \xe9 retra\xe7ar a rela\xe7\xe3o entre Estado e cinema no Brasil at\xe9 o momento presente, mas sim identificar e comparar tal rela\xe7\xe3o em dois momentos pol\xedticos distintos, o regime autorit\xe1rio e a democracia. S\xe3o trabalhados em detalhe os aspectos pol\xedticos relacionados \xe0 economia e \xe0 legisla\xe7\xe3o cinematogr\xe1fica. O leitor interessado em cinema brasileiro encontrar\xe1 nesta terceira edi\xe7\xe3o ampliada do estudo de Anita Simis profunda reflex\xe3o e pesquisa sobre o desenvolvimento pregresso do cinema brasileiro, que s\xe3o preciosos insumos para a an\xe1lise do atual momento da nossa ind\xfastria cinematogr\xe1fica.'
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