Em briga de marido e mulher não se mete a colher? | Geysa Fernandes Ribeiro
$2.150,00
Disponibles: 10 últimas unidades
Sucursal Cantidad disponible
Cargando disponibilidad...

Geysa Fernandes Ribeiro
Em briga de marido e mulher não se mete a colher?
um estudo sobre violência de gênero em jornais do Maranhão
Dialética

Libro disponible en 5 dias hábiles.

Páginas: 180
Precio: 2150.0
Estado: Nuevo
Peso: 0.277...

  • Nombre: Em briga de marido e mulher não se mete a colher? | Geysa Fernandes Ribeiro
  • Editorial: Dialética
  • Ttipo: Book
  • Publicado: 2023 / 03 / 07
  • Código: 9786525222615

Paga con:

masterpaypalshopify payvisa

Recibí tu entrega en 48 - 72 horas.

Em briga de marido e mulher não se mete a colher? | Geysa Fernandes Ribeiro
- +
">
Geysa Fernandes Ribeiro
Em briga de marido e mulher não se mete a colher?
um estudo sobre violência de gênero em jornais do Maranhão
Dialética

Libro disponible en 5 dias hábiles.

Páginas: 180
Precio: 2150.0
Estado: Nuevo
Peso: 0.277 kgs.
ISBN: 9786525222615

Percebendo que os jornais impressos se configuram como tecnologias que constroem o gênero, analiso as notícias apresentadas no Jornal Pequeno e em O Estado do Maranhão nos anos de 2015 a 2017 sobre casos de violência entre casais heterossexuais que mantêm e/ou mantiveram relações afetivas/amorosas, como discursos que, associados a outras configurações de saber, classificam os/as sujeitos/as, distribuem suas posições sociais, regulam os gestos e limitam as relações, (re)produzindo as diferenças binárias que naturalizam a violência. Deste modo, apoiando-me na analítica foucaultiana que se centra na questão da produção social de discursos, objetivo, com esta obra, compreender as representações de gênero constituídas nas notícias sobre violência destacadas nos jornais impressos maranhenses, a fim de perceber quais discursos se tornam constantes em sua construção e como essa concepção é apresentada em cada periódico. Apoio minhas análises em autores/as que trabalham com a perspectiva pós-estruturalista como Jacques Derrida (1971), Judith Butler (2017) e Michel Foucault (2013) para problematizar formas generalizadas e essencialistas que impossibilitam entender a complexidade das relações sociais de gênero.