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b'As novas formas de a\xe7\xe3o por n\xf3s desenvolvidas funcionam sem o Estado-na\xe7\xe3o. \xc0 medida que essa luta n\xe3o deve levar apenas a padr\xf5es e princ\xedpios \xe9tico globais, mas tamb\xe9m \xe0 cria\xe7\xe3o de mecanismos normativos de prote\xe7\xe3o, uma coisa set\xe1 importante: n\xe3o devemos visar \xe0 constitui\xe7\xe3o de um Estado- na\xe7\xe3oglobal ( Estado mundial , Megaestado), mas a redes normativas, a um ordenamento jur\xeddico mundial composto por hard law e soft law. Tal ordenamento jur\xeddico ter\xe1 a miss\xe3o de civilizar jur\xeddica, social e culturalmente a globaliza\xe7\xe3o turbocapitalista.O final do Estado-na\xe7\xe3o tradicional ( cl\xe1ssico ) conduz a uma esp\xe9cie de escalada dos polos opostos: do polo global, por um lado, e do polo global/regional.Quem quiser poder\xe1 reconhecer nisso a tese e a ant\xedtese de uma nova dial\xe9tica hist\xf3rica. Recomendo, contudo, n\xe3o confiar em (ou mesmo esperar por) eventuais s\xednteses. Vamos trabalhar contra o que n\xe3o desejamos e em favor do que consideramos melhor!N\xe3o \xe9a hist\xf3riaque chega ao fim; ao contr\xe1rio, as lutas hist\xf3ricas continuam!'
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