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b'Condecora\xe7\xf5es, t\xedtulos e amea\xe7as n\xe3o poderiam fazer essa gente aceitar condi\xe7\xf5es t\xe3o horr\xedveis: \xe9 necess\xe1rio que haja alguma outra motiva\xe7\xe3o, mais elevada. E essa motiva\xe7\xe3o surge de um sentimento que raramente se manifesta . . ., mas que habita as profundezas da alma de cada um: o amor \xe0 p\xe1tria.(Tolstoi, em Contos de Sebastopol).\xc9 necess\xe1rio um grande senso moral para que algu\xe9m escolha arriscar a pr\xf3pria vida por um bem comum. \xc9 necess\xe1rio um senso ainda maior para fazer do risco a sua vida. Agora, imagine a envergadura moral de algu\xe9m que fez isso duas vezes. Brio e Voca\xe7\xe3o trata de homens assim. Homens que escolheram arriscar suas vidas em outro continente para lutarem contra o avan\xe7o do nazismo. E que, como se fosse pouco, tendo sobrevivido \xe0 guerra mais sangrenta da hist\xf3ria da humanidade, escolheram arriscar suas vidas mais uma vez, para proteger a sociedade paranaense, ingressando nas fileiras da Pol\xedcia Militar do Paran\xe1. Muitos carregavam as marcas da guerra, ostentavam cicatrizes e ferimentos recebidos em combate. Outros, acabaram tendo suas vidas ceifadas no exerc\xedcio do trabalho policial.Nas p\xe1ginas de Brio e Voca\xe7\xe3o, revelam-se as identidades desses homens e alguns conhecimentos sobre a Pol\xedcia Militar do Paran\xe1 no per\xedodo da Segunda Guerra Mundial.'