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b'Neste livro singular, Francisco Carapinha re\xfane uma d\xe9cada de cr\xf3nicas publicadas no jornal Expresso das Ilhas, onde o xadrez \xe9 mais do que um jogo \xe9 met\xe1fora, mem\xf3ria e mat\xe9ria de reflex\xe3o. O t\xedtulo, inspirado num ditado popular portugu\xeas, evoca a persist\xeancia e a surpresa, tal como numa partida em que tudo parece perdido at\xe9 que n\xe3o est\xe1.Com uma escrita acess\xedvel e espirituosa, Carapinha narra epis\xf3dios reais e simb\xf3licos do universo escaquista cabo-verdiano, desde partidas jogadas por correspond\xeancia com mestres internacionais at\xe9 aos bastidores dos campeonatos nacionais. Mas o livro vai al\xe9m do tabuleiro: \xe9 tamb\xe9m um retrato da evolu\xe7\xe3o do xadrez em Cabo Verde, da solid\xe3o do cronista pioneiro ao florescimento de uma comunidade apaixonada.Cada cr\xf3nica \xe9 uma pe\xe7a que se encaixa num mosaico maior o da cultura, da resili\xeancia e da criatividade. Mesmo quem nunca jogou uma partida encontrar\xe1 aqui hist\xf3rias que falam de estrat\xe9gia, erro, reden\xe7\xe3o e, acima de tudo, humanidade.'
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