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b'A preserva\xe7\xe3o de bens culturais passou por v\xe1rias interpreta\xe7\xf5es e diferentes pr\xe1ticas ao longo da hist\xf3ria e, at\xe9 a d\xe9cada de 1960, era orientada pela "teoria do restauro". Impulsionados pela trag\xe9dia da inunda\xe7\xe3o do rio Arno, em 1966, os paradigmas que norteavam a preserva\xe7\xe3o se alteraram drasticamente e passaram a ser guiados pelo conceito de "conserva\xe7\xe3o preventiva". Todavia, percebe-se um descompasso entre os modelos te\xf3ricos de estudos acad\xeamicos internacionais e o debate da \xe1rea em territ\xf3rio nacional. Este livro tem o grande m\xe9rito de identificar a recep\xe7\xe3o da discuss\xe3o sobre a "conserva\xe7\xe3o preventiva" no Brasil, partindo da an\xe1lise dos artigos publicados na Revista do Patrim\xf4nio Hist\xf3rico e Art\xedstico Nacional (IPHAN), no per\xedodo de 1937 a 1978. A pesquisa percorre a investiga\xe7\xe3o da repercuss\xe3o em \xe2mbito nacional das mudan\xe7as de paradigmas da \xe1rea, especialmente o novo modelo de "conserva\xe7\xe3o preventiva", elaborado nas d\xe9cadas de 1960 e 1970.'
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