A figura do herói antigo nas crônicas medievais da Península Ibérica (séculos XII e XIV) | Simone Ferreira Gomes de Almeida
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b'Simone Ferreira Gomes de Almeida'
b'A figura do her\xf3i antigo nas cr\xf4nicas medievais da Pen\xednsula Ib\xe9rica (s\xe9culos XII e XIV)'
b'Funda\xe7\xe3o Editora da Unesp'

Libro disponible en 5 dias hábiles.

Páginas: 137
Precio: 649.5
Estado: b'Nuevo'
Peso: 0.177 kgs.
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  • Nombre: A figura do herói antigo nas crônicas medievais da Península Ibérica (séculos XII e XIV) | Simone Ferreira Gomes de Almeida
  • Editorial: Fundação Editora da Unesp
  • Ttipo: Book
  • Publicado: 2025 / 07 / 13
  • Código: 9788539304219

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A figura do herói antigo nas crônicas medievais da Península Ibérica (séculos XII e XIV) | Simone Ferreira Gomes de Almeida
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b'Simone Ferreira Gomes de Almeida'
b'A figura do her\xf3i antigo nas cr\xf4nicas medievais da Pen\xednsula Ib\xe9rica (s\xe9culos XII e XIV)'
b'Funda\xe7\xe3o Editora da Unesp'

Libro disponible en 5 dias hábiles.

Páginas: 137
Precio: 649.5
Estado: b'Nuevo'
Peso: 0.177 kgs.
ISBN: b'9788539304219'

b'Por ser o her\xf3i uma constru\xe7\xe3o determinada a partir das necessidades de sua \xe9poca, ele se torna um ser extremamente singular e insubstitu\xedvel. O processo de cria\xe7\xe3o e apropria\xe7\xe3o da figura her\xf3ica que emerge dos textos da Pen\xednsula Ib\xe9rica dos s\xe9culos XIII e XIV \xe9 o objeto deste livro de Simone Ferreira Gomes de Almeida.A autora parte das antigas t\xe9cnicas mnem\xf4nicas, que indicavam o uso de determinados s\xedmbolos como m\xe9todo de despertar a mem\xf3ria, para chegar \xe0 Idade M\xe9dia. Na Antiguidade, ela demonstra, as melhores imagens que se podia evocar para recordar v\xedcios e virtudes eram as dos deuses e her\xf3is, como reza o texto conhecido como Dialexeis (400 a.C.).Almeida mostra que, na Idade M\xe9dia, as figuras mitol\xf3gicas s\xe3o retomadas da Antiguidade para lembrar o que fosse considerado virtuoso, bom e verdadeiro, agora de acordo com a \xe9tica crist\xe3. Dessa forma, deveriam transmitir o conhecimento que Deus proporcionou aos homens, ou seja, a salva\xe7\xe3o, a santidade e a vida eterna. Como os escritos antigos n\xe3o se adequavam ao gosto do tempo e a seus valores, os cronistas medievais da Pen\xednsula Ib\xe9rica dos anos 1200 e 1300 decidiram revitaliz\xe1-los, reformando-os como fonte da verdade divina. As antigas figuras da mitologia passaram, ent\xe3o, a lembrar \xe0 sociedade que os v\xedcios eram o caminho para o Inferno e as virtudes, para o Para\xedso.Assim, a constru\xe7\xe3o da figura do her\xf3i dos medievais, de acordo com a autora, levou em conta inclusive os interesses dos escritores das cortes ib\xe9ricas de enaltecer o homem que deixasse sua marca n\xe3o apenas na sua gera\xe7\xe3o, mas tamb\xe9m nas posteriores. Ela escreve: Tendo em vista que, assim como o her\xf3i cl\xe1ssico alcan\xe7ou a sobreviv\xeancia da sua fama atrav\xe9s dos s\xe9culos na mem\xf3ria coletiva, os cronistas dos s\xe9culos XIII e XIV desejaram alcan\xe7ar a mesma gl\xf3ria para sua dinastia atrav\xe9s da constru\xe7\xe3o de linhagens forjadas, que procuravam afirmar ainda mais devido ao prop\xf3sito da centraliza\xe7\xe3o do poder na Pen\xednsula Ib\xe9rica.'