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b'Publicado pela editora da UFPel, nessa obra o autor inicia com a provoca\xe7\xe3o: Existe o corpo em si? Para n\xf3s, n\xe3o. Ele sustenta que a no\xe7\xe3o de um corpo em si \xe9 discut\xedvel, pois o corpo f\xedsico n\xe3o \xe9 uma realidade absoluta, mas sempre mediada por significados hist\xf3rico-sociais. Essa reflex\xe3o, j\xe1 presente emO desconhecido de si e dos outros , onde desenvolveu o conceito de rela\xe7\xe3o a partir de uma cr\xedtica entre Husserl e Hegel, \xe9 retomada aqui com prop\xf3sito did\xe1tico, especialmente para dialogar com a Teoria Queer, em que o corpo \xe9 tema central. Utilizando o m\xe9todo fenomenol\xf3gico, Marcelo Barros demonstra que o corpo n\xe3o \xe9 apenas um objeto de ci\xeancia, mas o modo como a experi\xeancia se d\xe1 antes de qualquer reflex\xe3o. Assim, pensar g\xeanero ou sexo exige, antes, pensar a pr\xf3pria exist\xeancia do corpo. No cap\xedtulo final, o autor responde a cr\xedticas marxistas \xe0 Teoria Queer, argumentando que, em sua concep\xe7\xe3o, ela pode promover emancipa\xe7\xe3o social, pois, como afirma: a emancipa\xe7\xe3o n\xe3o \xe9 apenas uma ideia, \xe9 uma experi\xeancia corporal.'
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