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b'O presente estudo analisa o colapso do sistema prisional brasileiro e sua rela\xe7\xe3o direta com a inefic\xe1cia da seguran\xe7a p\xfablica, propondo alternativas para os desafios relacionados \xe0 viol\xeancia, criminalidade e viola\xe7\xe3o de direitos humanos. Constatou-se que as pris\xf5es funcionam como locais de confinamento em condi\xe7\xf5es desumanas, marcadas por insalubridade e superlota\xe7\xe3o, o que fortalece ainda mais o crime. Em vez de ressocializar, o sistema acaba aperfei\xe7oando pr\xe1ticas criminosas. Pesquisas mostram que quanto mais tempo um indiv\xedduo permanece preso, maiores s\xe3o as chances de reincid\xeancia, influenciado por organiza\xe7\xf5es criminosas e pelas p\xe9ssimas condi\xe7\xf5es de encarceramento. Diante disso, a Lei de Execu\xe7\xe3o Penal falha em seus objetivos de reintegra\xe7\xe3o social. Esse cen\xe1rio alimenta um ciclo de inseguran\xe7a e medo na sociedade. A crise carcer\xe1ria fomenta a viol\xeancia urbana, que tem crescido em v\xe1rias regi\xf5es, comprometendo direitos fundamentais como o de ir e vir. Observa-se que, apesar das constantes apreens\xf5es, a criminalidade n\xe3o diminui. O estudo conclui que a efici\xeancia da seguran\xe7a p\xfablica est\xe1 atrelada \xe0 educa\xe7\xe3o e \xe0 dignidade no cumprimento de penas, com foco no trabalho do preso. Investir no sistema prisional \xe9 essencial para que seus efeitos positivos se reflitam na seguran\xe7a. Assim, o trabalho contribui para a compreens\xe3o do tema e para a formula\xe7\xe3o de pol\xedticas p\xfablicas eficazes.'