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b'Em pesquisas nos documentos digitalizados na Biblioteca Nacional, me deparei com o texto de um jornal dizendo: Joze de Araujo Rozo mandou cunhar os dois vintens de cobre para valerem quatro sem leg\xedtima autoridade; este dinheiro corre nesta Prov\xedncia.Esta frase acabou sendo a melhor descoberta que fiz nessa apura\xe7\xe3o. Eu j\xe1 tinha me deparado com muitas informa\xe7\xf5es sobre diversos assuntos da numism\xe1tica, como os Carimbos Primitivos do Cobre, a Pe\xe7a da Coroa\xe7\xe3o e as moedas de S\xe3o Paulo, entre outros. Mas estas eram informa\xe7\xf5es de certa forma j\xe1 conhecidas e apenas resgatadas. J\xe1 as moedas de Rozo eram algo que nunca tinha ouvido falar. A Prov\xedncia dita era a do Gr\xe3o-Par\xe1 e com isso pesquisei um pouco e encaixei a descri\xe7\xe3o com moedas de cobre de 80 R\xe9is de1825 P.Houve sempre muita especula\xe7\xe3o sobre as moedas 1825 P. Falsas pelo cunho r\xfastico, agregadas as moedas de S\xe3o Paulo pelo cunho similar, cunhagem no estrangeiro, poss\xedvel moeda de Pernambuco, que j\xe1 tinha tido Casa da Moeda no passado e outras ideias. Kurt Prober e Arthur Victor Lerner fizeram excelentes estudos sobre o assunto, mas sempre com suposi\xe7\xf5es sem muitas informa\xe7\xf5es conclusivas de fato.Foram ideias v\xe1lidas, mas assim mesmo o P na Casa da Moeda sempre intrigou. Por que fazer uma moeda falsa com letra de uma Casa da Moeda que n\xe3o exista na \xe9poca? Ela como pe\xe7a falsa n\xe3o me convencia. Feita fora do Brasil? Como disse Prober, n\xe3o fazia sentido pois todas eram recunhadas.'