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b'O arranjo institucional/legal estabelecido para as fronteiras brasileiras, somado \xe0 quantidade de stakeholders, nos tr\xeas n\xedveis (Uni\xe3o, estados e munic\xedpios), ensejam um cen\xe1rio complexo, com desafios crescentes, relacionados \xe0 seguran\xe7a e ao desenvolvimento de tais regi\xf5es. A Constitui\xe7\xe3o Federal de 1988, especialmente nos Arts. 142 e 144, estabeleceu as institui\xe7\xf5es For\xe7as Armadas (FA) e \xd3rg\xe3os de Seguran\xe7a P\xfablica (OSP), que comp\xf5em a arquitetura de seguran\xe7a do pa\xeds. Al\xe9m do TCU, muitos estudiosos propuseram-se a identificar defici\xeancias e oportunidades de melhoria no modus operandi das FA, dos OSP, bem como de outros \xf3rg\xe3os envolvidos com a gest\xe3o (seguran\xe7a e desenvolvimento) da faixa de fronteira. A grande maioria dos pesquisadores sugere a\xe7\xf5es e medidas que, segundo eles, minimizariam os \xf3bices atuais, como as altas taxas de homic\xeddio do pa\xeds, a porosidade das fronteiras, e o elevado custo da viol\xeancia. Verbos como integrar, coordenar, cooperar e compartilhar s\xe3o, exaustivamente, citados nos estudos como imprescind\xedveis para a solu\xe7\xe3o dos problemas afetos \xe0 (falta de) seguran\xe7a do pa\xeds.Todavia, poucos s\xe3o os estudos que se dedicam a compreender e a expor as reais raz\xf5es pelas quais h\xe1 tantas dificuldades e obst\xe1culos a serem superados, para que os verbos anteriormente mencionados sejam, na pr\xe1tica e efetivamente, conjugados. O autor aborda essa tem\xe1tica, de forma did\xe1tica, corajosa e profunda, e prop\xf5e solu\xe7\xf5es, a partir das experi\xeancias americana e europeia.'