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b'Formas eficazes, c\xe9leres e justas de solucionar conflitos s\xe3o o principal enfrentamento do direito na sociedade contempor\xe2nea, isto porque, de nada adianta um ordenamento jur\xeddico que prev\xea uma s\xe9rie de direitos aos indiv\xedduos se os instrumentos de solu\xe7\xe3o dos entraves decorrentes de tais direitos n\xe3o forem satisfat\xf3rios. Tal perspectiva toma uma propor\xe7\xe3o ainda mais acentuada quando os lit\xedgios decorrem de rela\xe7\xf5es em que existe uma desproporcionalidade de poder entre os litigantes, como \xe9 o caso dos diss\xeddios de emprego.\nAinda hoje no Brasil, quando se fala em lit\xedgios decorrentes de rela\xe7\xf5es de emprego, a jurisdi\xe7\xe3o estatal \xe9 tida como principal forma de solu\xe7\xe3o, em que pese o surgimento de uma singela altera\xe7\xe3o decorrente da Lei 13.467 de 2017, que operacionalizou a arbitragem para empregados hipersuficiente.Partindo da premissa de que as formas de solu\xe7\xe3o do conflito n\xe3o podem se limitar \xe0 figura do Estado-Juiz, bem como ao fato de que pouco se reflete sobre os limites da autonomia do empregado no \xe2mbito do direito processual do trabalho, este livro analisa a arbitrabilidade dos diss\xeddios individuais sob a perspectiva da autonomia negocial do empregado, com o objetivo de entender se ela \xe9 instrumento de incompatibiliza\xe7\xe3o deste meio de jurisdi\xe7\xe3o.\nPor tais motivos, a autora prop\xf5e uma an\xe1lise da arbitragem sob a perspectiva do acesso \xe0 justi\xe7a e sob o enfoque da figura do empregado, parte vulner\xe1vel da rela\xe7\xe3o de emprego, e os limites da sua autonomia negocial.'