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b'Ap\xf3s a Segunda Grande Guerra, o espa\xe7o despontou como a quarta dimens\xe3o do poder estatal, assumindo em rela\xe7\xe3o \xe0s outras tr\xeas dimens\xf5es a terrestre, a mar\xedtima e a a\xe9rea import\xe2ncia crescente na defesa da soberania. Mesmo sem se voltarem diretamente para o ataque, os sistemas espaciais se mostraram imprescind\xedveis para o combate em terra, mar e ar, por meio de informa\xe7\xf5es obtidas via sat\xe9lite, cruciais na defini\xe7\xe3o das estrat\xe9gias a serem tomadas, e da comunica\xe7\xe3o amplificada.Diante disso, abriu-se uma corrida entre os Estados nacionais em busca do acesso e do dom\xednio de tecnologias sens\xedveis no campo espacial, tanto para a defesa militar quanto para o desenvolvimento alavancado por esse setor no campo civil.\n\xc9 nesse diapas\xe3o que os autores procuram responder questionamentos fundamentais sobre os impactos do AST, enquanto compromisso garantidor de tecnologias e patentes norte-americanas, tais como: seria realmente uma vantagem comercial para o Brasil? Essa previs\xe3o corrobora com os objetivos da Ag\xeancia Espacial Brasileira? Efetivamente ir\xe1 gerar recursos que ir\xe3o impulsionar a pesquisa e o desenvolvimento do programa espacial brasileiro? Trar\xe1, de fato, avan\xe7os para o Centro Espacial Alc\xe2ntara?'
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