Quando você convive muito com a morte, você se acostuma com ela | Alexsander Brandão Carvalho Sousa
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b'Alexsander Brand\xe3o Carvalho Sousa'
b'Quando voc\xea convive muito com a morte, voc\xea se acostuma com ela'
b'os karai kuera e suas viol\xeancias contra os Av\xe1-Guarani da bacia do rio Piquiri (PR)'
b'Dial\xe9tica'

Libro disponible en 5 dias hábiles.

Páginas:...

  • Nombre: Quando você convive muito com a morte, você se acostuma com ela | Alexsander Brandão Carvalho Sousa
  • Editorial: Dialética
  • Ttipo: Book
  • Publicado: 2023 / 02 / 04
  • Código: 9786525205717

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Quando você convive muito com a morte, você se acostuma com ela | Alexsander Brandão Carvalho Sousa
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b'Alexsander Brand\xe3o Carvalho Sousa'
b'Quando voc\xea convive muito com a morte, voc\xea se acostuma com ela'
b'os karai kuera e suas viol\xeancias contra os Av\xe1-Guarani da bacia do rio Piquiri (PR)'
b'Dial\xe9tica'

Libro disponible en 5 dias hábiles.

Páginas: 192
Precio: 2295.0
Estado: b'Nuevo'
Peso: 0.294 kgs.
ISBN: b'9786525205717'

b'O livro aborda as formas de viol\xeancias contra o povo ind\xedgena Av\xe1-Guarani diante do contexto da retomada de uma parcela do seu territ\xf3rio de ocupa\xe7\xe3o tradicional. Essa publica\xe7\xe3o \xe9 fruto de pesquisa etnogr\xe1fica realizada com os Av\xe1-Guarani, localizados nos munic\xedpios de Gua\xedra e Terra Roxa, onde, ao longo dos anos 2000 iniciaram o movimento de entrar novamente nas terras em que foram espoliados ao longo dos s\xe9culos XIX e XX. Este movimento, protagonizado pelas lideran\xe7as ind\xedgenas juntamente ao seus n\xfacleos familiares, demandou da FUNAI (Funda\xe7\xe3o Nacional do \xcdndio) a abertura do processo administrativo para a identifica\xe7\xe3o e demarca\xe7\xe3o de uma Terra Ind\xedgena que foi nomeada de T.I. Tekoh\xe1 Guas\xfa Guavira. No entanto, um forte movimento de agricultores antagonistas \xe0 demarca\xe7\xe3o das terras para os Av\xe1-Guarani passaram a realizar um movimento contr\xe1rio as demandas territoriais dos Av\xe1-Guarani, difamando a imagem dos ind\xedgenas, que passaram a ser qualificados como invasores de terras e falsos \xedndios, bem como a ser alvos de frequentes amea\xe7as de morte e outros ataques, como atropelamentos e tentativas de atropelamentos e sequestro.Desse modo, ao longo do livro veremos como os ind\xedgenas relatam as situa\xe7\xf5es de viol\xeancias f\xedsicas e simb\xf3licas que perpassam em seus corpos. Tamb\xe9m \xe9 abordado o movimento antagonista \xe0 demarca\xe7\xe3o de terras para os Av\xe1-Guarani e as formas por meio das quais se deu a propaga\xe7\xe3o do imagin\xe1rio do \xedndio invasor, que serviu para justificar uma s\xe9rie de atrocidades desferidas aos ind\xedgenas.Busco mostrar que a viol\xeancia contra os Av\xe1-Guarani n\xe3o \xe9 produto apenas do momento atual, mas que ela aparece em diversas situa\xe7\xf5es hist\xf3ricas (PACHECO DE OLIVEIRA, 1988) sob diferentes roupagens. Para tanto, fiz a distin\xe7\xe3o de cinco situa\xe7\xf5es hist\xf3ricas, abordadas no segundo cap\xedtulo: a) a constru\xe7\xe3o da Ciudad Real na foz do Rio Piquiri e as redu\xe7\xf5es jesu\xedticas (s\xe9culo XVII); b) Guerra contra o Paraguai e a cria\xe7\xe3o da Cia. Mate Laranjeira (final do XIX e in\xedcios do XX); c) Marcha para o Oeste e as pol\xedticas de expans\xe3o para o interior do pa\xeds; d) Constru\xe7\xe3o da Itaipu Binacional (em contextos da ditadura militar, 1970-1980) e e) a situa\xe7\xe3o hist\xf3rica atual configurada pelo agroneg\xf3cio e regulariza\xe7\xe3o fundi\xe1ria das terras Av\xe1-Guarani.'