O sujeito e o (o)Outro nos contos de Mesquita e Albues | Vagner Vainer Teixeira Braz
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b'Vagner Vainer Teixeira Braz'
b'O sujeito e o (o)Outro nos contos de Mesquita e Albues'
b'o funcionamento discursivo do texto po\xe9tico'
b'Dial\xe9tica'

Libro disponible en 5 dias hábiles.

Páginas: 136
Precio: 839.5
Estado: b'Usado'
Peso: 0.214 kgs.
ISBN: b'9786525248592'...

  • Nombre: O sujeito e o (o)Outro nos contos de Mesquita e Albues | Vagner Vainer Teixeira Braz
  • Editorial: Dialética
  • Ttipo: Book
  • Publicado: 2026 / 02 / 26
  • Código: 9786525248592

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O sujeito e o (o)Outro nos contos de Mesquita e Albues | Vagner Vainer Teixeira Braz
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b'Vagner Vainer Teixeira Braz'
b'O sujeito e o (o)Outro nos contos de Mesquita e Albues'
b'o funcionamento discursivo do texto po\xe9tico'
b'Dial\xe9tica'

Libro disponible en 5 dias hábiles.

Páginas: 136
Precio: 839.5
Estado: b'Usado'
Peso: 0.214 kgs.
ISBN: b'9786525248592'

b'Neste livro, que se inscreve \xe0 teoria materialista da An\xe1lise de Discurso, a partir de P\xeacheux, Orlandi, Authier-Revuz, Mariani e Almeida, temos como objetivo compreender o lugar da l\xedngua e a sua rela\xe7\xe3o entre o escritor o sujeito-poeta e o texto. Ou seja, propomo-nos \xe0 compreens\xe3o da rela\xe7\xe3o discursiva entre o sujeito-poeta e o texto po\xe9tico. Para isso, buscamos analisar e compreender o funcionamento discursivo do jogo interlocutivo na rela\xe7\xe3o entre os eus e o (o)Outro do discurso, no modo como estes (se) enunciam nos contos. Os contos que comp\xf5em o nosso material de leitura constituem-se parte da literatura mato-grossense, sendo o conto O Amigo dos Desconhecidos (1929), da obra Espelho de Almas, de Jos\xe9 de Mesquita (1892-1961) e o conto Buqu\xea de L\xednguas (1999), da obra Buqu\xea de L\xednguas, de Tereza Albues (1936-2005). A partir desses contos, tomamos o funcionamento discursivo da alteridade a rela\xe7\xe3o entre os (inter)locutores, os eus que formulam, falam, e o (o)Outro do discurso enquanto vest\xedgios na l\xedngua, pela rela\xe7\xe3o sujeito/discurso, conforme materializados no texto. Os contos funcionam assim, como espa\xe7o discursivo do m\xfaltiplo, do heterog\xeaneo, dando visibilidade \xe0 no\xe7\xe3o de sujeito, ideologia e inconsciente, ao mesmo tempo em que (re)atualizam, pela mem\xf3ria do dizer, a contradi\xe7\xe3o hist\xf3rica constitutiva da l\xedngua(gem), tornando-a diz\xedvel no/pelo texto po\xe9tico, em suas condi\xe7\xf5es de produ\xe7\xe3o.'