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b'As grandes firmas de carnes no Brasil trazem uma idiossincrasia com rela\xe7\xe3o \xe0 din\xe2mica de crescimento, quando comparadas com outras do setor. De um lado, sua expans\xe3o ocorre a partir da participa\xe7\xe3o acion\xe1ria de grupos de capital aberto com a composi\xe7\xe3o de diversos agentes, entre eles o Governo, por meio do BNDES e fundos de investimentos ligados ao governo e, de outro, com a aus\xeancia de grupos estrangeiros atuantes no mercado de abates (somente como acionistas privados). Um segundo grupo de firmas, as n\xe3o contempladas pelos empr\xe9stimos do governo, necessitam buscar outras solu\xe7\xf5es estrat\xe9gicas para sobreviver num ambiente de competi\xe7\xe3o acirrada. O presente texto teve dois objetivos, o primeiro, o de verificar qual o papel da participa\xe7\xe3o do capital p\xfablico nas estrat\xe9gias de crescimento das empresas do setor e o segundo, a influ\xeancia desse capital no desempenho das empresas. Os resultados permitiram analisar a estrat\xe9gia das firmas neste cen\xe1rio de importante reestrutura\xe7\xe3o setorial. Os investimentos feitos pelas empresas com capital aberto e/ou com apoio do Estado s\xe3o distintos, com aquisi\xe7\xf5es e/ou diversifica\xe7\xe3o de produtos e mercados. Com rela\xe7\xe3o ao grupo de frigor\xedficos de capital fechado e sem aporte do governo, observou-se que este adota a estrat\xe9gia de diferenciar suas atividades dentro do mesmo mercado, sem focar em aquisi\xe7\xf5es.'