Tu carrito esta vacio.
Libro disponible en 5 dias hábiles.
b'Neste livro, discute-se a subjetividade na forma\xe7\xe3o da l\xedrica moderna, tendo em vista o seu desenvolvimento junto ao Idealismo e ao Romantismo alem\xe3o a partir do s\xe9culo XVIII. Neste intuito, cogita-se a hip\xf3tese de que a subjetividade fora fruto do esp\xedrito de \xe9poca, preso ao desenvolvimento das artes que caminhavam cada vez mais r\xe1pido em dire\xe7\xe3o \xe0 formata\xe7\xe3o do sujeito como centro mediador e configurador do mundo. A no\xe7\xe3o de um eu, que se ergueu nas teorias filos\xf3ficas, fez vislumbrar a subjetividade como ess\xeancia da modernidade. Entretanto, no campo da l\xedrica, ela veio resvalando no problema de m\xe9todo das teorias do conhecimento, atrelada que esteve ao idealismo fundador, do salto na interioridade pensante de uma nova ontologia das artes que ser\xe1 denominada de "A fragilidade da beleza". Ou seja, a l\xedrica moderna nasceu sem lira, nos limites de um eu que vivencia o pret\xe9rito presentificado do mundo quando o desfaz na materialidade da palavra. A partir disso, esta obra apresenta o idealismo de Fichte e Schelling, o romantismo reflexivo de Novalis e a dial\xe9tica de Hegel como pensamentos transpostos para a l\xedrica. Assim, al\xe9m de dialogar com autores como Hugo Friedrich, Combe, Collot, K\xe4te Hamburger, a autora apresenta, como exemplo de uma leitura sobre a subjetividade, o exame da obra de Dora Ferreira da Silva, demonstrando como a possibilidade de uma nova abordagem, em nada devedora aos idealistas, pode ser vivida nas p\xe1ginas da pr\xf3pria poesia.'