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b'Em 2015, um grupo de professores e pesquisadores foi indicado pelo Conselho Nacional de Secret\xe1rios de Educa\xe7\xe3o (Consed) e pela Uni\xe3o dos Dirigentes Municipais da Educa\xe7\xe3o (Undime) para trabalhar na cria\xe7\xe3o da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O objetivo era a constru\xe7\xe3o de um documento que pudesse ser tomado como eixo norteador para a elabora\xe7\xe3o de propostas pedag\xf3gicas e curriculares, estabelecendo diretrizes comuns a todos os estudantes da educa\xe7\xe3o b\xe1sica brasileira. Ainda que a decis\xe3o n\xe3o tenha sido un\xe2nime, em dezembro de 2017, a terceira e \xfaltima vers\xe3o da BNCC foi aprovada pelo Conselho Nacional de Educa\xe7\xe3o (CNE). Esse processo de forma\xe7\xe3o e implementa\xe7\xe3o da BNCC produziu formas bastante variadas de interpreta\xe7\xe3o e tradu\xe7\xe3o desse documento por parte dos professores da Rede. O objetivo principal da pesquisa foi compreender o modo como n\xf3s, professoras de Educa\xe7\xe3o F\xedsica, entend\xedamos a BNCC no momento de sua implementa\xe7\xe3o, via Secretaria Municipal e, fundamentalmente, analisar como essas interpreta\xe7\xf5es (tradu\xe7\xf5es) do documento se modificaram ao longo de nosso processo de estudos conjuntos. \xc9 nossa responsabilidade, como ser humano e como professoras, adequar os nossos curr\xedculos de modo que eles sejam capazes de garantir conhecimentos que superem o senso comum e emancipem seus sujeitos para a transforma\xe7\xe3o da realidade.'